Agenda

Abril/2009

08 - Londrina - PR
18 - Itapetininga - SP
19 - São José do Rio Pardo - SP
20 - Itanhaém - SP
25 - Itápolis - SP
26 - Guaratinguetá - SP

Maio/2009

03 - Santo André - SP
08 - Porto Alegre - RS
09 - Bauru - SP
10 - Niterói - RJ
16 - Pato de Minas - MG
22 - Itapecerica da Serra - SP
24 - Osasco - SP
26 - Fernandópolis - SP
30 - São Joaquim da Barra - SP
31 - Jacarepagua - RJ

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Rock melódico do NX Zero invadiu o Planeta

Público acompanhou o show aos gritos e com as mãos para cima

A expectativa para o show do NX Zero era tanta que a multidão começou a cantar Além de Mim antes mesmo do vocalista Di Ferrero. No terceiro show da noite, o grupo foi recebido aos gritos e iniciou a performance com Consequência e Inimigo Invisível.

- Na hora que todo mundo pula é muito louco. Então eu vou contar até quatro e a gente vai mostrar para o pessoal do Brasil inteiro como a rapaziada do Sul é louca - pediu Di.

Di Ferrero levou as planetárias ao delírio
Foto:Miguel Neves

A galera correspondeu e, após ser elogiada pelos músicos, foi brindada com o sucesso Cedo ou Tarde. Em seguida, criticando o preconceito das pessoas com alguns estilos musicais, o vocalista apresentou a parceria da banda com a cantora canadense Nelly Furtado, All Good Things.

O ponto alto do show foi ao som de Pela Última Vez. O grande sucesso do grupo foi cantado pelas milhares de pessoas que estavam em frente ao palco central e seguido por palmas e gritos.

Assim como fez a Eva na primeira noite, o NX Zero homenageou Lulu Santos com Apenas Mais Uma de Amor e ainda lembrou do rapper Marcelo D2 com Qual É. O quinteto encerrou a apresentação com Daqui Pra Frente e Razões e Emoções, enquanto Di sacudia uma bandeira do Rio Grande do Sul no palco.

Após o show do NX Zero, sobem ao palco O Rappa, Jota Quest, Fat Duo, Victor & Leo e Astrix.


Plágio??

Em cima: Marina, Isadora e Laura. Abaixo: Lucas, Diego e Marcelo Foto: Samantha Bonnel

Samantha Bonnel

Tá ligado na história de plágio que envolveu o nome da NX Zero nas últimas semanas. Bom, pra encurtar, os caras foram acusados de plagiar a música "Daqui Pra Frente" da banda americana Taking Back Sunday. Depois disso, já apareceu uma segunda suspeita. Muita discussão rolou, mas nós ainda estamos boiando. Como a única coisa que importa para os integrantes do grupo brasileiro são os fãs, resolvemos perguntar pra galera o que eles acham.

- Acho que isso é história. Eles não seriam capazes de fazer isso. Acredito neles.
Marina Meyer, 16 anos

- Não é plágio, não. Acho que isso não faz o estilo deles.
Isadora Kyhn, 16 anos

- As músicas até são parecidas, mas acho que não é plagio. Eles já são muito famosos, não precisam disso.
Laura Hofmeister, 16 anos

- A música é parecida, mas é diferente, é bem mais trabalhada e melhor.
Marcelo Martinelli, 20 anos

- Existem milhares de melodias e composições no mundo, então acho que é uma coincidência. Segundo o ECAD, para ser plágio tem que ter 4 compassos iguais e eu acho que não é o caso.
Diego Mello, 21 anos

Apesar de ser fã, Lucas Martis fica na dúvida.

- Acho que a acusação surgiu por que a banda americana é uma das que influenciou o NX Zero.
Lucas Martins, 19 anos

É, apesar do Lucas ficar em cima do muro, a maioria dos fãs leva fé no NX Zero.

Fonte Kzuka

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Os escoteiros do rock
Como o politicamente correto NX Zero se tornou a maior banda brasileira. E a mais comportada


O rock pode ter virado uma coleção de idéias preconcebidas, atitudes emprestadas e gestos batidos. Ainda é nele que parte da juventude se refugia para dar vazão à rebeldia. Mas foi-se o tempo em que a “atitude” de uma banda de rock era medida pelo número de encrencas que seus músicos arranjavam. A prova de que o bom mocismo foi incorporado ao rock nacional está no grupo de maior sucesso de hoje, o NX Zero. O vocalista Diego José Ferrero, o Di (de 23 anos), o baterista Daniel Weksler, o Dani (de 22), o baixista Conrado Lancerotti Grandino (de 22) e os guitarristas Filipe Duarte Pereira, o Fi (de 21), e Leandro Franco da Rocha, o Gee (de 21), são cinco jovens educados de classe média. Não fumam, bebem pouco e detestam confusão. “Não fazemos pose de mau”, diz Conrado dentro de um camarim simples e organizado antes de um show em São José dos Campos, São Paulo.

“Temos de respeitar quem trabalha para deixar tudo isso arrumado para a gente”, afirma Conrado. Há alguma rebeldia domesticada, conservada em tatuagens espalhadas pelo corpo, cabelos desgrenhados e ensebados e roupas cuidadosamente largadas. “Damos pouca atenção ao visual. Nada é planejado, tudo é espontâneo”, diz o vocalista Di. “A gente não tenta passar alguma coisa definida.” Isso explica o nome do grupo. NX Zero vem de Nexo Zero, que quer dizer exatamente isso: nada. “A idéia era ter um nome em português sem nenhum significado”, afirma Di.

Os garotos do NX Zero adoram esporte, churrasco e pizza. E não são baladeiros. “A gente viaja tanto que quando paramos preferimos ficar com nossas famílias”, diz o baterista Daniel, que mora com a também roqueira Pitty. Dos cinco, o único solteiro é, justamente, o mais cobiçado da banda, o vocalista Di. “A gente é meio nerd, caseiro mesmo”, diz Fi enquanto segura um PlayStation portátil. “Terminamos o GTA (um game famoso) várias vezes e gostamos de jogar Elifoot”, afirma Gee com o notebook ligado no simulador de partidas de futebol.

“Eles falam a língua da molecada de até 15 anos”, diz o produtor Rick Bonadio, responsável por alguns sucessos do rock nacional. “Representam a coragem de assumir os sentimentos, ser sensível com atitude e sem preconceitos.” Realmente, não existem barreiras ideológicas nem estéticas para o grupo. De pocket shows em ONGs a rodeios gigantes como o de Jaguariúna, o NX Zero, ultimamente, está em todas. “A gente toca em programas populares mesmo”, afirma Di. “Só quem tem síndrome de underground reclama, porque isso abre um p... espaço.” Terreno estrategicamente cavoucado para ser ocupado pelo grupo desde o começo, há oito anos. “No primeiro CD independente, Diálogo, eram só Leandro, Daniel e Filipe”, diz o empresário Angelo Casarin, de 32 anos. “Pouco antes de gravar o CD, Leandro trouxe o Diego, e o Conrado entrou mais tarde.” “Colocamos nossas músicas na internet e caímos na estrada para fazer shows”, afirma Gee. “A gente dormia na van e mal tinha dinheiro para o hotel.” Para chegar ao cachê atual de R$ 70 mil, os integrantes da banda contaram com a ajuda de uma “tropa de elite” conhecida na música como street team: ardorosos fãs engajados na promoção de um artista. “Esses fãs são radicais, faziam um trabalho insano”, diz Daniel. “Quando a gente não era conhecido, eles ligavam no Disk MTV (programa com o top 10 dos vídeos mais pedidos pelos espectadores) e nas rádios para pedir nossas músicas.” A dedicação dos fãs é retribuída com ardor. Uma hora antes de cada show, eles se reúnem numa saleta para autografar fotos e camisetas da legião de jovens organizados em fila indiana à espera da atenção dos ídolos. “Isso não pode virar só rotina de show, não podemos deixar de nos comover com isso”, diz Conrado.

Foi o “círculo virtuoso” entre o grupo e seus fãs que converteu o NX Zero no fenômeno atual. Além, claro, da forcinha de uma grande gravadora. Há dois anos o grupo foi descoberto por Rick Bonadio num show do Hangar 110, conhecida casa de rock alternativo no centro de São Paulo. Responsável pelo selo Arsenal, braço da gravadora Universal, Bonadio sentiu o cheiro do sucesso. “O Diego tem um carisma inigualável. O show deles tem uma energia que vi poucas vezes.” Tamanha “energia” deriva diretamente da descarga de decibéis gerada pelo grito de milhares de adolescentes – a maioria meninas entre 10 e 16 anos –, que atiram ao palco todo tipo de objeto. Um dos técnicos de som, aliás, é responsável por recolher as bugigangas que vão de cartazes quilométricos com declarações de amor a calcinhas. O frenesi adolescente pode ser explicado não apenas pela produção hormonal das fãs. Os rapazes do NX Zero representam com perfeição os anseios e o comportamento de pré-adolescentes e adolescentes seguidores de uma espécie de filosofia do bem. Sem rebeldia, sem gritos de protestos, sem ódio. Um ideário que acerta em cheio os gostos da tribo de garotos e garotas sensíveis e melancólicos. É o público cativo do hardcore melódico de família, feito por garotos de família, que começa a moldar a cara do novo rock brasileiro. Ainda que contra o gosto de alguns.


CENAS DO NX ZERO
O guitarrista Fi mostra suas tatuagens antes de entrar na van com os integrantes do NX Zero rumo aos shows no interior paulista; o assédio das fãs antes e depois dos shows; flagrantes das apresentações do grupo em Campinas e São José dos Campos. Na volta para São Paulo, o guitarrista Gee se distrai jogando Elifoot em seu notebook.

Fonte resvita Época

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

NX Zero fala sobre lançamento do novo clipe, “Daqui Pra Frente”.


O NX Zero lançou nesta quinta-feira na MTV o mais novo clipe da banda, “Daqui Pra Frente”. Para falar sobre a nova produção, conversamos com os integrantes que contaram um pouquinho do clipe e dos planos para 2009, que incluem shows internacionais.

Confira o bate-papo abaixo:

Porque o NX Zero ficou tanto tempo sem lançar clipes? O último foi o “Cedo ou Tarde”, em junho.

Di: Os pedidos nas rádios e TVs para “Cedo ou Tarde” estavam muito grandes, então resolvemos dar um tempo para a galera digerir a parada. Foi por isso que demorou, ela fez bastante sucesso. E quando isso acontece é bom pra caramba porque todo mundo escuta bem a música, mas também não pode chegar naquele ponto James Blunt que fica chato. Então também era a hora certa da gente trocar.Tomara que ninguém tenha enjoado.

Gostaria que vocês explicassem para os fãs a história desse clipe

Daniel: Pensamos em fazer alguma coisa que tivesse continuidade. É uma história muito legal e a música ficou pequena para ela. A música está acabando e o enredo nem chegou no meio ainda. Então a graça vai ser a gente conseguir fazer uma continuidade. Demos uma de Guy Ritchie, vamos ver se funcionou.

E quais os planos da banda para 2009?

Di: Esse ano vimos que tem bastante gente que gosta do NX em outros países, como no México e alguns na América Latina. Então vamos ver se fazemos algo nesses lugares. Também vai ter nosso primeiro show internacional, que vai ser em Portugal. Estamos gravando algumas músicas em espanhol para ver o que rola.

Fonte MTV

Nx Zero na Lista dos Destaques de 2008

(..) A banda virou mania entre os adolescentes, que ficam histéricos por onde passam os cinco rapazes paulistas. E suas músicas, como "Cedo ou Tarde", ganharam as paradas musicais. Di Ferrero, Gee Rocha, Fi Ricardo, Daniel Weksler e Caco Grandino formam a banda que bombou em 2008. E prova disso foi que ela foi o grande destaque, ao lado de Ivete Sangalo, do Prêmio Multishow. O NX Zero levou dois troféus para casa: o de melhor grupo e melhor cantor, para Di Ferrero. No VMB leva três prêmios: videoclipe do ano, hit do ano e artista do ano. (..)

Fonte EGO.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Guarujá recebe festival universitário com NX Zero e Inimigos da HP

O Festival Universitário de Música - Fun Music - acontece nos dias 27 e 28 em Guarujá. O evento traz ao público as seis bandas finalistas da disputa musical que agitou o interior de São Paulo nos últimos meses. Para a festa de encerramento, dois grandes shows com as bandas NX Zero e Inimigos da HP. Tudo isso sob o comando do apresentador Paulo Bonfá.

As seis bandas que disputam o prêmio são: Fenícia, de Descalvado; Dani Black, de São Paulo; Clinger Marcellus, de Praia Grande; Baratazul, de Mirassol; Fast Food Brazil, de Sorocaba e Radical Chic, de Jundiaí.

Uma comissão formada pelos músicos e compositores Juca Novaes, Helton Altman, Carlos Rennó, Celso Viáfora, Kid Vinil, Arrigo Barnabé e Mauro Dias estará presente para a avaliação dos finalistas.

Além de ter o trabalho reconhecido e um disco gravado, os vencedores na categoria música receberão premiação em dinheiro. Serão distribuídos cerca de R$ 40.000,00 aos primeiros colocados, de acordo com a categoria.

O Fun Music foi criado pela A4VBN e tem apoio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. Este é o primeiro ano de realização do projeto, que nasceu com o objetivo de descobrir novos talentos da música e, também, para suprir uma lacuna no calendário de eventos universitários.

Serviço -
o show do NX Zero acontece dia 27 no Perequê Praia Show (Estrada Guarujá-Bertioga, 1985 – km 6,5), às 23 horas. O ingresso custa R$ 50,00; meia (com apresentação de carteirinha), R$ 25,00. Ingresso Solidário: R$ 30,00, para quem doar 1 kg de alimento não perecível (exceto sal). O show da banda Inimigos da HP acontece dia 28, no mesmo horário e local.

Pontos de Venda:
Santos – ChilliBeans: shoppings PraiaMar e Miramar;
Guarujá – Shopping La Plage; Shopping Enseada; Guarujá-Pernambuco
Praia Grande – Shopping Litoral Plaza
São Vicente – Shopping Brisamar
Também no site www.ingressomais.com.br

Você sabe TU-DO do NX?

Você é mesmo fã do Gee??